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Um gato e uma criança, ambos meus filhos

Por Vittória Cataldo

Personagens e situações fictícias

 

Quando eu descobri que não poderia ter filhos, meu mundo caiu. E digo de uma maneira literal. Não estava preparada para receber essa notícia, e acredito que ninguém esteja. Como ninguém que está doente está preparado para receber o seu diagnóstico.

Mas quando eu descobri que não poderia ter filhos, eu descobri também que isso não significava que eu não poderia ser mãe. Eu tenho um gatinho de quatro anos. Então percebi que sou mãe há quatro anos, e aos poucos fui acostumando com a ideia de que eu poderia ser mãe adotando uma criança também.

Eu queria engravidar e fazer com que meu gato se acostumasse com meu bebê dentro da minha barriga. Quem tem um bichinho de estimação sabe bem disso…ficamos sonhando acordada com a imagem do nosso filho dentro da barriga e outro fora. Mas agora eu tinha uma preocupação.

A preocupação em adotar uma criança com certa idade e ela e meu gato não se darem bem. Já houve um tempo em que para muitas pessoas, os gatos eram considerados pets de gente solitária. Mas eu descobri que isso sempre foi um mito.

Aprendi que os bichanos também se adequam a diferentes tipos de núcleos familiares. E quanto mais eu corria atrás para saber sobre o assunto, mais coisas foram se revelado mitos e outras forma sendo descobertas.

Cada vez mais estudos na área vêm demonstrando os efeitos positivos do convívio com animais de estimação para a saúde, bem-estar e desenvolvimento das crianças. E é claro que sabendo disso, meu coração já se encheu de alegria.

Os gatos, mesmo sendo mais independentes e tendo um baixo custo de manutenção em relação aos cachorros, esses pets são capazes de preencher o ambiente com carinho, cumplicidade e companheirismo, coisas que não são nada mal para o dia a dia das crianças. Coisas que são, ao meu ver, completamente necessárias.

Aprendi também que conviver com um gatinho de estimação pode ainda, ensinar para as crianças várias coisas valiosas, como gentileza e respeito. Justamente por viveram juntos.

Mas não é a criança e nem o gato. São os pais que são os principais responsáveis por fazer com que a relação entre os dois seja saudável, o que demanda de um bom planejamento. Na hora de escolher um gatinho é importante levar em conta a personalidade dele.

Ou seja, as experiências precoces na vida do filhote são os principais determinantes. Outra coisa que pode ser levada em consideração são as raças que permitem maior manuseio e que são mais tolerantes ao contato constante, como por exemplo as raças Ragdoll, Abissínio, Birmanês, Maine Coon, Persa e Siamês.

É importante considerar também a idade da criança, isso porque, enquanto os gatos pacatos e submissos são bons para crianças mais velhas, gatos mais energéticos sãos melhores para acompanhar o ritmo agitados das crianças menores.

É fundamental claro, que os pais ensinem às crianças as formas adequadas de interagir, de se aproximar, de segurar e de manusear o gato de modo geral, sempre respeitando o pet. E os arranhões, como impedir? Aprendi que deve-se ensinar também a criança a como ler os sinais quando um gato já teve contato suficiente e sempre respeitar sua necessidade de tempo sozinho.

É importante ter em mente que, por mais que as crianças possam ajudar, é responsabilidade dos pais estabelecer as regras, como determinar onde o gato pode ou não entrar, assim como cuidar do bem-estar do pet, garantindo que ele tenha sempre acesso à água, à comida, que sua caixa de areia esteja sempre limpa entre outras coisas.

O fim disso tudo? Minha filha chega em casa hoje. E eu e meu filhinho aqui, estamos mega ansiosos!

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