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Ih! Fugiu?

Por Vittória Cataldo

Personagens e situações fictícias

Alguns anos atrás

— Matt? — Chamei o nome do meu gatinho pela terceira vez. Eu já estava ficando impaciente. — Matt! Onde você se meteu?

Ele não estava em lugar nenhum da minha casa, e eu tinha procurado em todos os cantos possível e impossíveis que você possa imaginar!

— Mãe! Você sabe onde está o Matt? — Gritei para a minha mãe que estava na cozinha.

— Sei não. — Ela disse desinteressada. Não tinha muito apego ao bichinho como eu tinha. Mas isso estava presta a mudar. Sabe porquê?

Porque depois de tanto chamar pelo Matt, nós, eu e minha mãe, descobrimos aos poucos, que ele não estava em casa. Que ele havia fugido. Desespero tomou conta do meu ser enquanto lágrimas escorriam dos olhos da minha mãe.

Foi então que eu comecei a buscar sobre o assunto. Apesar de serem bichinhos de estimação adorados em todo o mundo, os gatinhos ainda trazem muitas características selvagens. E como um felino, se imagina o tempo todo em uma selva e seu conceito de casa também é diferente. Seu lar pode ser a casa do seu tutor mais abranger o terreno vizinho e os telhados da região.

Claro, ele ainda vai ter seus locais preferidos, como sua almofada ou uma cadeira da cozinha. Mas, para o gato, seu lar é o mundo, e quando sobe no telhado ou vai na árvore da esquina, para ele, ainda está dentro da sua casa!

Os gatos são muito territorialistas, aventureiros e curiosos. Com frequência eles gostam muito de explorar novos territórios, e isso pode causar as pequenas fugas. E quais são as maneiras para que evitemos isso?

A famosa castração. Os benefícios da esterilização em pets são muito conhecidos e divulgados. Além de deixar o gato mais tranquilo e dócil, quando um gato castrado some, as chances de contraírem problemas de saúde diminuem e evitam a gravidez indesejada, contribuindo para uma criação mais saudável.

Ou seja além do instinto natural do gato, muitos bichanos fogem na época do cio, buscando parceiros sexuais. Por isso, para evitar que seu gato suma de tempos em tempos, a esterilização é o primeiro passo. Até porque, ao deixar o gato mais tranquilo, diminui também a vontade que ele tem de buscar estímulos fora de casa.

Para evitar que seu gatinho sofra algum acidente ou contraia alguma doença na rua o ideal é manter o seu gato em casa, telando os possíveis locais de acesso a rua, desta forma seu gatinho ficará seguro em seu lar.

Mas meu gato sumiu, o que eu devo fazer? Caso seu bichano tenha fugido de casa, como o meu, não fique parado, esperando que ele volte por conta própria! O melhor a fazer é procurar por ele, já que, apesar de muito independentes, a rua pode ser perigosa para os gatos. Veja o passo a passo de como fazer isso:

Chame o seu gato: O primeiro passo é chamar seu gato, de sua casa. Muitas vezes, tutores costumam chamar pelo nome, ou fazer aquele “pst pst” característico, que os gatos reconhecem. Outra opção efetiva é fazer barulho com o pote de ração.

Procure nas redondezas: Como o conceito de “casa” é muito extenso para os gatos, talvez ele esteja por perto. Mas atenção: algumas pesquisas indicam que gatos podem se sentir em casa em um raio de até 8km a partir do lar do tutor. Por isso, talvez seja necessário uma boa caminhada.

Pergunte pelo seu gato: Pergunte a vizinhos se o gato esteve por ali. Isso pode dar uma indicação de para que lado o bichano foi! Também é indicado buscar em abrigos e casas de animais da região.

Caso tenha um microchip, procure um veterinário: Para gatos fujões ou que saem com frequência de casa, um microchip é o mais indicado. Com ele, o veterinário pode buscar a localização precisa do pet.

Espere: Se após a busca, não encontrar o bichano, o que resta é esperar. Há relatos de animais que ficaram dias, e até meses fora de casa, e depois voltaram, como se nada tivesse acontecido. Portanto, é um pouco difícil definir por quanto tempo é normal um gato sumir.

Quando reencontrar o seu bichano após uma fuga, é muito importante levá-lo ao veterinário para uma avaliação. Para quem tem mais de um gato, é recomendado, inclusive, deixar o “fujão” separado até que as suspeitas de doenças contagiosas sejam descartadas.

Nos dias de hoje…

— Matt? Matt, de novo? — Chamo pelo meu bichano e não obtenho resposta. A diferença é que agora eu sei exatamente o que fazer.

E sei que ele irá voltar para casa.

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